terça-feira, 4 de agosto de 2009

4 de agosto é dia do Padre

Sobre o dia do Padre e sobre o Ano Sacerdotal, estabelecido pelo Papa Bento XVI para 2009, conversamos com o padre Regis Sacvek, do Seminário São José que fica no bairro Orleans.

O dia é uma homenagem da Igreja Católica a São João Maria Batista Vianney o padroeiro dos sacerdotes, que morreu em 1859, há 150 anos.

O Padre Regis falou sobre o jovem que quer ser padre e dos passos do seminário até o sacerdócio. Hoje, todos os padres de Curitiba estão reunidos numa confraternização na Cúria Metropolitana.

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Gripe suína é responsável por 60% dos casos de gripe

No Contraponto de hoje falamos sobre a notícia mais alarmante desde o início da gripe suína, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, informou ontem (3) que embora cause menos mortes do que a gripe comum, a influenza A (H1N1) representa 60% dos casos de gripe no país. Segundo Temporão, nos próximos dias há uma tendência “natural” de aumento no número de casos. “O vírus está se disseminando”, disse. Mas, garantiu que o sistema público de saúde está bem preparado, inclusive com estoque adequado de medicamento.

O ministro também explicou que com a disseminação da doença e com a semelhança nos sintomas e no tratamento, a exigência de testes para diferenciar as gripes é desnecessária.

“Esse (exigir o exame) é outro disparate (o primeiro é o uso indiscriminado do medicamento Tamiflu). Nenhum país está mais fazendo isso. É uma medida irresponsável do ponto de vista de gasto e impossível, do ponto de vista logístico. Só tem uma empresa que fabrica o kit no mundo e ela não tem sequer condições de oferecê-lo a todos os governos.”

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Blog do Amarelinho da Globo

Em breve, os ouvintes do programa Contraponto e da Rádio Globo AM 670 poderão acompanhar mais de perto as atividades do Amarelinho da Globo. Atendendo a pedidos o Amarelinho vai ganhar um blog, onde serão postadas as fotos dos bairros por onde ele passa.

Se você tem alguma reclamação para fazer do seu bairro, ligue para nós no 3218-5860 e o Amarelinho da Globo vai até você. E não se esqueça, tudo será registrado no Blog do Amarelinho.

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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Libere o estresse na hora do trânsito

18horas, hora do rush. Você está louco para chegar em casa e não consegue porque o trânsito não deixa. O que fazer para relaxar?

Aqui vão algumas dicas para encarar o trânsito de uma forma mais saudável.

1 - Mantenha a coluna sempre reta.
2 - Relaxe os ombros com os cotovelos para baixo na hora de segurar o volante.
3 - Concentre-se na respiração, tentando mexer o baixo ventre (região do umbigo).
4 - Rotacione os ombros, tanto para frente quanto para trás. De preferência, tente desenhar um círculo com os movimentos.
5 - Se o trânsito estiver parado, rotacione o pé também.
6 - Flexione os punhos, alternando a palma da mão para dentro e para fora (20 segundos para cada movimento).
7 - Faça massagem de movimentos circulares com o dedo polegar na palma da mão.
8 - Faça automassagem nos ombros.
9 - Flexione lateralmente a cabeça para os dois lados.

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Notas Rápidas

Todos os 60 mil professores da rede pública estadual passam a partir desta segunda-feira por um reforço no treinamento das medidas para a prevenção da gripe A nas salas de aula. A primeira etapa vai ser realizada em Curitiba. Os chefes dos 32 Núcleos Regionais vão se reunir com a secretária de Educação, Yvelise Arco-Verde. As aulas nas escolas estaduais foram suspensas até o dia 10.
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Os deputados e vereadores devem voltar ao trabalho nesta segunda-feira. A Assembleia Legislativa retoma as sessões em plenário sem nenhuma mudança na rotina por causa da gripe suína. Já na Câmara Municipal de Curitiba, algumas medidas ainda podem ser adotadas. A reabertura dos trabalhos do segundo semestre foi convocada para as 16 horas.
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A ALL realiza uma campanha de conscientização contra a prática do Surf Ferroviário. Com o tema “Surfista de trem leva caldo da vida”, a campanha vai se concentrar nesta segunda nos bairros Terra Santa e Vila Osternack. Materiais informativos vão alertar para os perigos da prática, como o risco de queda que muita vezes leva a morte.

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Caderno Saudável - Entrevista com Luciana Capeletti, diretora de marketing da Rede HiperFarma

No programa de hoje conversamos a Luciana Capeletti, diretora de marketing da Rede HiperFarma, e nos contou sobre o novo tabloide mensal da rede, que a partir deste mês passa a chamar-se Caderno Saudável. Segundo Capeletti, a associação paranaense, que é uma das afiliadas à Febrafar (Federação Brasileira das Redes Associativistas de Farmácias) no Estado, a publicação trará dicas de saúde e bem estar preparadas por médicos e farmacêuticos.

A cada mês, o Caderno Saudável vai abordar um tema diferente. Nesta primeira edição, as dicas serão relacionadas aos cuidados com a pele. Outra novidade ficará por conta do calendário que indica os locais por onde vai passar a unidade móvel que recolhe medicamentos vencidos e faz o descarte correto dos resíduos tóxicos.

Para obter mais informações, ligue na central administrativa da rede, aqui em Curitiba, no telefone (41) 3330-1300 ou acesse o site www.redehiperfarma.com.br

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Pesquisa derruba mitos sobre os componentes de torcidas organizadas

Marginais. É assim que muita gente enxerga quem participa de torcidas organizadas de futebol, especialmente se no jogo houve alguma briga, tumulto ou morte. É mais fácil imaginar que sejam vândalos, bárbaros, do que se confrontar com uma realidade que pode surpreender: talvez sejam gente comum. É o que constata em trabalho inédito a pesquisadora da Faculdade de Educação Física da Unicamp Heloisa Reis. “Os resultados põem por terra a generalização de que torcedores organizados são vadios.”

Para chegar a essa conclusão, a coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas de Futebol fez um perfil minucioso do torcedor organizado. O trabalho, a que CartaCapital teve acesso, será concluído em setembro e pesquisou 813 filiados da maior torcida organizada de cada um dos três principais times da capital paulista (Corinthians, São Paulo e Palmeiras). Além de informar as características sociais, eles opinaram sobre as causas da violência dentro e fora dos estádios. Interessada nesse tema, Heloisa pesquisou apenas o gênero e a faixa etária dos principais algozes e vítimas de atos violentos – homens entre 15 e 25 anos.

Em vez de pobres marginalizados, encontrou rapazes instruídos, de famílias estruturadas. “Os torcedores organizados têm bom nível educacional, moram com os pais e, além disso, têm noção da própria responsabilidade nos acontecimentos violentos”, expõe Heloisa. O próximo passo será pesquisar todo o País. Conhecer a fundo o torcedor é, segundo a pesquisadora, indispensável para enfrentar a violência de forma eficaz. “Na Europa, as mudanças partiram desse diagnóstico.”

Para o ministro do Esporte, Orlando Silva, os resultados reforçam a convicção de que não faz sentido marginalizar o torcedor organizado. “São grupos legítimos com quem o Estado precisa dialogar cada vez mais”, disse à CartaCapital. O ministério financiou o estudo.

Apesar de cores e hinos diferentes, a condição social e as opiniões de palmeirenses, são-paulinos e corintianos são muito parecidas. “As informações se repetem independentemente do time”, diz Heloisa. E morre outro clichê: o de que existem torcidas da elite e outras mais carentes.

Aos dados.O torcedor organizado é solteiro (94%) e católico (62%). Vai ao estádio sempre (40%) ou muito frequentemente (45%) – mesmo que a partida seja televisionada. Neste caso, o faz pela emoção do estádio (52%), por amor ao time (30%) e para torcer em grupo (12%). A maioria trabalha (61%) ou estuda (27%), onde 9% não informou a ocupação e 3% está desempregada, menor que a taxa brasileira, de 8,1%. (Clique na tabela acima para ampliá-la)

No entender desse torcedor, há dois principais motivos para a violência. Em primeiro, fatores ligados ao adversário (rivalidade, fanatismo e provocações), com 31,5% das respostas. Em seguida, com 30%, fatores ligados à própria torcida (falta de educação, vir para brigar, estupidez).

Outros 19,5% dos entrevistados creditam a violência a fatores externos (polícia violenta, mídia, desempenho do time, diretoria dos clubes, falta de estrutura e impunidade). Apenas 6% consideram que o consumo de drogas e álcool leva à violência, enquanto 5% a consideram um reflexo da sociedade, dissociado do futebol.

Heloisa vasculhou em detalhes a contribuição dos jornais, rádios e televisão para o problema. Para 47% dos entrevistados, a mídia estimula a violência ao explorá-la (incentivam a rivalidade, provocam torcedores,- buscam ibope). Para 17%, a mídia contribui ao estigmatizar as torcidas (mostra só o lado ruim, chama de vândalos). Uma proporção parecida, 18%, discorda: considera que a mídia incentiva a paz e mostra a realidade. E 14% criticam a manipulação da informação pela imprensa.

Recentemente, o Brasil foi apontado como líder do ranking de mortes ligadas ao futebol pelo sociólogo Mauricio Murad, da Uerj e da Universidade Salgado Oliveira. Ele contabilizou 42 óbitos de torcedores em conflitos dentro ou próximo a estádios de futebol nos últimos dez anos. Em pesquisa semelhante, Heloisa Reis (em parceria com a Universidade de Amsterdã) contabilizou 35 vítimas de homicídio no mesmo período.

Os números não batem por diferenças na metodologia e na data exata da contagem. Mas, ao contrário do colega, Heloisa discorda que o Brasil lidere um ranking. “Afirmar isso é temerário e perigoso. Não há levantamentos mundiais confiáveis e, além disso, uma divulgação desse porte pode maximizar um problema já grave e atrair jovens violentos para o futebol”, alerta. Ela diz que a mídia inglesa, ao difundir o vandalismo nos estádios nos anos 1980, só fez aumentar a violência. A tese faz sentido. Tanto que, hoje, na Europa, nem mesmo invasões de campo são mostradas na tevê. Sem repercussão, tendem a diminuir.

Para Murad, mais importante do que constatar a violência é como a sociedade reagirá a ela. E considera exemplar o caso da Argentina. “Basicamente, nos últimos três anos, eles apertaram a legislação, punindo não apenas torcedores como dirigentes (de clube e de torcidas) que incitassem a violência, fizeram campanhas educativas na mídia e controlaram o consumo de álcool.”

Essas medidas são inspiradas no que funcionou na Europa (Itália e Inglaterra) para diminuir o problema. A elas deveriam se somar, segundo Heloisa, a melhora na venda de ingressos, ampla divulgação do Estatuto do Torcedor, a atuação do Procon e do MP, um código de ética para a mídia divulgar violência, a mudança do horário das partidas para no máximo 19h30, a criação de comissões estaduais e a retomada da Comissão Nacional de Prevenção da Violência (criada em 2004 e estagnada), além de uma polícia especializada em eventos esportivos. “Isso deveria ser feito antes de 2014, mas não acho que ocorrerá”, hesita a professora.

O ministro Orlando Silva se diz ciente da “gravíssima” situação da violência no futebol. Menciona a padronização das normas técnicas dos estádios como um avanço (deve vigorar no Campeonato Brasileiro de 2010) e diz que o Ministério da Justiça começou a treinar policiais militares especialmente para lidar com torcedores. É pouco, tardio, mas um começo.

Carta Capital

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Esse é o nosso transporte coletivo de Curitiba.

Um ônibus ligeirinho lotado, da linha Inter 2, prefixo ALO25, da empresa Marechal, pegou fogo na manhã desta segunda-feira (3).

O veículo trafegava no entorno do bairro Campina do Siqueira e, aos gritos de desespero dos passageiros, parou entre a Rua Vicente Machado e Avenida Mário Tourinho (em frente à loja de materiais esportivos Atlhetic).

Este é mais um das dezenas de incidentes que ocorrem cotidianamente no sistema de transporte coletivo curitibano. No começo do ano, uma trabalhadora morreu ao cair do ônibus em movimento; ainda no primeiro semestre de 2009, outros passageiros caíram e foram arrastados do veículo em movimento.

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sábado, 1 de agosto de 2009

Passeando pela cidade e não tive como não registrar a beleza da Lobélia-azul. Com toda sua exuberância é uma planta muito usada no paisagismo.

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Confira o vídeo do Esporte Educativa do dia 23 "Aquecimento antes de praticar exercícios físicos no inverno"

No Esporte Educativa de ontem falamos sobre a capoeira, e no programa do dia 23, quinta-feira, falei sobre o aquecimento antes de praticar exercícios físicos no inverno. Pare quem não conseguiu assistir, pode conferir agora o programa.


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