Neste final de semana, no Clube Duque de Caxias, será disputado o primeiro Campeonato Escolar de Punhobol.
O esporte é parecido com o vôlei, mas como o próprio nome da modalidade sugere, os atletas batem na bola utilizando os punhos. São cinco jogadores para cada lado, divididos por uma corda de 1,90m de altura (no feminino) e 2m (no masculino). O objetivo é fazer a bola quicar duas vezes no campo adversário. Um toque na própria quadra é permitido.
São cerca de 900 praticantes em todo o país. No Paraná existem quatro clubes que praticam o punhobol, todos em Curitiba: Duque de Caxias, Rio Branco, Urca e Concórdia. O estado, alías, é considerado o mais forte em âmbito nacional.
Para se ter uma idéia da força do estado, das treze jogadoras pré-convocadas para o Mundial da Categoria, em janeiro do ano que vem, dez são paranaenses. No masculino, a história é a mesma: de um total de quinze atletas, seis são do Paraná. O Brasil está entre as principais potências mundiais do esporte.
Quem se interessou pelo punhobol, pode ter mais informações pelo telefone 3256-7033 (Clube Duque de Caxias)
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Punhobol
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Orientação
Neste final de semana, em Fortaleza, será disputada uma das etapas do Campeonato Brasileiro de Orientação e os paranaenses estarão competindo. Em Curitiba, existem dois clubes especializados no esporte.
A orientação tem como recursos principais um mapa e uma bússola. O objetivo é percorrer um percurso determinado dentro de florestas no menor tempo possível. Os competidores são divididos em diferentes categorias, baseadas na idade e no tempo de experiência de cada um na modalidade. As corridas variam de 1,5 a 12 km. Os iniciantes costumam competir por trilhas definidas. Já os mais experientes, competem em mata fechada.
Maria Cristina Fernandes pratica o esporte há seis anos. Ela explica que ninguém se envolve em competições antes de passar por um curso básico para aprender a manusear a bússola de forma adequada e interpretar todos os sinais presentes no mapa.
Campeonatos de orientação disputados durante o ano:
- Campeonato Metropolitano de Curitiba (quatro etapas)
- Circuito Paranaense (seis etapas)
- Campeonato Brasileiro (três etapas)
- Campeonato do Mercosul (três etapas).
terça-feira, 26 de agosto de 2008
VÔLEI
A fase do vôlei brasileiro é uma das melhores em todos os tempos. Em Pequim, a seleção feminina conquistou o ouro e os homens ficaram com a prata. Nas categorias de base, o país também costuma estar entre os primeiros colocados.No próximo mês, será disputado o Campeonato Sul-Americano Infanto-Juvenil, no Peru. Entre as 12 jovens atletas convocadas para compor a seleção do Brasil, está uma paranaense: Francynne Jacintho, de 15 anos. Ela pratica o esporte há quatro anos e considera a participação na seleção uma recompensa.
A recente conquista do ouro das mulheres brasileiras nas Olimpíadas serve como mais uma motivação para as atletas mais jovens. Francynne, que atua como central, sonha em repetir, no futuro, o sucesso da atual geração.
A seleção campeã olímpica em Pequim não contou com jogadoras paranaenses. Leia mais
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Corrida de Aventura
Neste final de semana, foi disputada em Antonina, no litoral do estado, a Extrema Aventura, etapa do Circuito Paranaense de Corridas de Aventura. Durante o percurso da competição, as equipes se revezaram por modalidades com contato direto com a natureza, como orientação, caminhada, ciclismo e canoagem.A prova contou com cerca de 170 atletas em duas categorias profissionais: Pró quarteto misto e Pró duplas (que percorreram 110 km); e duas categorias amadoras (que percorreram 40 km): Aventura Duplas e Aventura Solo, para quem está começando no esporte.
O preparo físico e técnico exigidos foram muito grandes. O time vencedor na categoria principal, de 110 km, completou o percurso em 13h e 13 minutos. Para um dos organizadores da Extrema Aventura, Júlio Camargo, a corrida mostrou que as equipes paranaenses podem lutar de igual para a igual com os líderes do ranking nacional. O estado venceu três das quatro corridas em disputa.
As três melhores equipes da categoria Pró quarteto misto ganharam a vaga para o Mundial de Corridas de Aventura, em Portugal, no ano que vem. Leia mais
Badminton
No próximo mês, nos dias 6 e 7, Curitiba será a sede do Campeonato Brasileiro de Badminton por Equipes. Na cidade, mais pessoas se envolveram com a modalidade principalmente nos últimos três anos, em razão do aumento do número de quadras para a prática do esporte. Hoje são cinco locais, Clubes Santa Mônica e Curitiba, Sesc da Esquina, Colégio Opet e Escola Vicentina das Mercês e cerca de 500 praticantes de badminton em Curitiba.
O esporte é disputado em uma quadra com a dimensão aproximada de metade de uma quadra de vôlei. Os dois lados são divididos por uma rede de 1,55m. O objetivo é não deixar a peteca cair do seu lado do campo. O jogo é melhor de três sets com 21 pontos em cada. O diretor de operações da Federação Paranaense de Badminton, Rodrigo Wang, explica que o esporte se assemelha ao tênis, mas a agilidade no badminton é muito maior. Um atleta da modalidade costuma correr o dobro de um tenista.
O Paraná geralmente participa nos campeonatos nacionais com 10 a 15 atletas de nível mais elevado. No ano passado, um jogador do estado, Pedro Chen, conseguiu o acesso para a categoria especial (espécie de primeira divisão do badminton). O Circuito Estadual de Badminton é disputado com quatro etapas durante o ano.
As principais potências mundiais no esporte são os países asiáticos: China, Indonésia, Coréia do Sul e Malásia. Dinamarca e Suécia também se destacam nas competições internacionais.
Pequim já troca logo olímpico por paraolímpico
Os organizadores dos Jogos Olímpicos de Pequim já preparam a cidade para receber os Jogos Paraolímpicos, que começam no próximo dia 6 de setembro.
Um dia após a Cerimônia de Encerramento, trabalhadores já trocaram os anéis olímpicos da entrada do Cubo d'Água pelo logo da Paraolimpíada.
Autoridades chinesas estão trabalhando para que os 91 mil lugares do Estádio Ninho de Pássaro e outros locais tenham bom uso após a Olimpíada e Paraolimpíada.
Eles querem evitar o que aconteceu a outras sedes olímpicas, que sofreram com falta de uso e manutenção cara dos aparelhos.
Os 10 melhores momentos da Olimpíada de Pequim
1) Usain Bolt quebra o recorde mundial dos 100 metros rasos. Bolt já era o detentor do recorde, e na frente do público que lotava o estádio Ninho de Pássaro, ele correu a prova em 9,69 segundos. Ele estufou o peito e ergue os braços em triunfo ainda nos últimos metros, antes de sua celebração de "atirador", que se tornou uma das imagens mais conhecidas dos Jogos.
2) Michael Phelps explode em comemoração e alívio depois de seu companheiro de equipe Jason Lezak ultrapassar o francês Alain Bernard na última perna do revezamento 4x100 metros nado livre, o que manteve vivo o sonho de Phelps de bater o recorde de oito ouros em uma única Olimpíada, conquistado por Mark Spitz em 1972 -- sonho que acabaria se tornando realidade.
3) Liu Xiang sai mancando da pista de atletismo ao perceber que ele teria que desistir da defesa do ouro olímpico nos 110m com barreira por conta de uma contusão na perna. Liu é o esportista mais popular da China e sua despedida melancólica marcou de maneira negativa os Jogos para milhões de torcedores chineses.
4) A Russa Yelena Isinbayeva fez do Ninho de Pássaro seu palco privativo com a medalha de ouro e a quebra do recorde mundial no salto com vara, desempenho que cativou o público de 91.000 pessoas. Depois de ter passado a maior parte da competição deitada embaixo de uma toalha, ela quebrou sua própria marca com um salto de 5,05 metros.
5) A cerimônia de abertura. O mundo acabou por saber que a beleza que viu pela televisão tinha sido melhorada por computador, uma criança que cantou durante o show foi substituída por uma outra de rosto mais bonito, que dublou a voz da primeira, e que faltaram representantes das minorias étnicas chinesas. Mas mesmo assim, a abertura dos Jogos foi de cair o queixo, que teve seu ponto alto quando o ex-ginasta Li Ning saiu do teto do estádio e "correu" suspenso no ar, antes de acender a pira olímpica.
6) O levantador de peso alemão Matthias Steiner beija a foto de sua falecida mulher ao receber a medalha de ouro no pódio, chorando e soluçando por ter cumprido a promessa que fez a ela, de que manteria vivo o sonho olímpico deles. O atleta da categoria dos super-pesados havia feito a promessa no seu leito de morte, em um hospital, provocada por um acidente de carro, em 2007.
7) O norte-americano Matt Emmons joga fora uma liderança de 3,3 pontos no último disparo de uma competição que durou 120 tiros e perde a medalha de ouro na "maratona" do tiro. Há quatro anos, em Atenas, ele atirou no alvo errado e perdeu uma liderança de 3 pontos.
8) Usain Bolt quebra o recorde dos 200 metros rasos, que era de Michael Johnson. Ao cruzar a linha de chegada, os olhos de Bolt estavam fixos no relógio e mais uma vez ele comemorou seu triunfo com estilo -- mas desta vez, depois de completar a prova.
9) Rohullah Nikpai conquista a primeira medalha olímpica da história do Afeganistão, com o bronze no taekwondo masculino, categoria até 58kg. Prova de que não importam quão duras são as suas condições para treinar, o sucesso olímpico é possível de ser alcançado se você tem o talento.
10) O estoniano Gerd Kanter celebra seu ouro no lançamento de disco correndo na pista dos 100m rasos do Ninho de Passado, imitando a comemoração de Usain Bolt. Provocações adolescentes em uma semana em que o humor foi devolvido às provas do atletismo.
GAZETA DO POVO
Olimpíada de conquistas inéditas e decepções
Brasil igualou recorde de medalhas em uma única edição dos Jogos Olímpicos, mas viu favoritos caírem em seus esportes
Os dois momentos mais marcantes foram os ouros de César Cielo e Maurren Maggi. O primeiro, transformou-se no primeiro nadador brasileiro a vencer uma final olímpica. Nos 50m livre, César não foi só o mais rápido de Pequim, mas também o mais rápido da história da competição, ao estabelecer o novo recorde olímpico. O nadador também conquistou um bronze, nos 100m livre. Já no atletismo, Maurren fez história ao se transformar na primeira mulher campeã olímpica do Brasil. No salto em altura, ninguém foi mais longe do que ela, que chegou ao ouro com apenas um centímetro de vantagem sobre a segunda colocada.
Outra conquista marcante foi a da Seleção Brasileira feminina de vôlei. Se os Estados Unidos tinham o seu "Redeem Team" no basquete, as meninas do vôlei também podem ser classificadas como um Time da Rendenção. Depois de seguidos fracassos em semifinais olímpicas, principalmente com o tão criticado "24 a 19" contra a Rússia em Atenas-2004, elas se recuperaram e, com autoridade, conquistaram o tão sonhado e inédito ouro olímpico.
Judô e vela mantêm tradição de medalhas olímpicas. Taekwondo faz história
Dois esportes travaram uma verdadeira briga pelo posto de maior vencedor de medalhas para o Brasil. O judô, um dos que mais prometia medalhas para o Brasil, ficou dividido entre a decepção e a glória. Campeões mundiais, João Derly, Tiago Camilo e Luciano Corrêa não chegaram ao ouro. Apenas Tiago saiu de Pequim com uma medalha, a de bronze. Além dele, Ketleyn Quadros e Leandro Guilheiro também subiram ao pódio com o bronze no peito. Ketleyn foi a primeira mulher brasileira a ganhar uma medalha olímpica individual.
Na vela, outra marca inédita. O bronze de Fernanda Oliveira e Isabel Swan, na classe 470 Feminina, foi a primeira medalha da vela brasileira conquistada por mulheres em Olimpíadas. O feito foi alcançado após a vitória na Medal Race. Na classe Star, Robert Scheidt e Bruno Prada ficaram com a prata. Scheidt se transformou no primeiro atleta brasileiro a subir quatro vezes seguidas em um pódio olímpico. Foi ouro em Atlanta-1996 e Atenas-2004, e prata em Sydney-2000, todos na classe Laser.
A vela acabou vitoriosa no duelo particular com o judô. Saiu de Pequim com 16 medalhas na história, enquanto que o judô terminou com 15 conquistas olímpicas.
No taekwondo, Natalia Falavigna conquistou a primeira medalha da história do país na modalidade. Após ser derrotada na semifinal na decisão dos juízes, a lutadora se recuperou e conquistou a medalha de bronze em vitória inquestionável.
Futebol e ginástica decepcionaram em Pequim
Dois do mais esperados ouros para o Brasil estavam no futebol, com as Seleções masculina e feminina. Os homens, em sua eterna busca pelo único título que falta ao futebol brasileiro, fracassaram diante da Argentina na semifinal. Uma derrota que vai ficar marcada pelo verdadeiro chocolate dado pelos hermanos, que venceram por 3 a 0. No fim, restou se contentar com o bronze.
Já as mulheres queriam superar a prata de Atenas-2004. Começaram bem, passaram pela poderosa Alemanha na semifinal, mas acabaram batendo na trave mais uma vez. Perderam a final para o mesmo adversário de quatro anos antes, os Estados Unidos.
Na ginástica artística , Diego Hypolito era dado como ouro certo na prova de salto. No último movimento de sua apresentação na final, o ginasta caiu sentado e viu o sonho olímpico ir por água abaixo. Visivelmente abalado, Diego foi retrato da frustração brasileira. Entre as mulheres, o Brasil chegou pela primeira vez em uma final por equipes, terminando na oitava colocação. Individualmente, foram outras quatro finais, com Jade Barbosa (salto e individual geral), Ana Silva (individual geral) e Daiane dos Santos (solo). Todas sem medalhas.
Vôlei de praia e basquete tiveram resultados abaixo do esperado
A Seleção masculina de vôlei não conseguiu encerrar seu ciclo olímpico com o bicampeonato. Vivendo um momento de transição, a equipe foi derrotada pelos Estados Unidos na final. Muitos jogadores se emocionaram, pois se despediam das Olimpíadas. A geração que conquistou tudo no vôlei sai de cena com uma medalha de prata.
Na areia, o vôlei brasileiro também viveu uma edição de derrotas. No feminino, pela primeira vez desde a estréia da modalidade, em Atlanta-1996, o Brasil ficou sem medalhas. Ana Paula e Larissa caíram nas quartas-de-final, diante das bicampeãs americanas Walsh e May. Já Renata e Talita, que também perderam para as americanas, na semifinal, acabaram derrotadas na disputa pelo bronze.
Entre os homens, duas medalhas, mas nenhuma de ouro. Ricardo e Emanuel e Márcio e Fábio Luiz fizeram uma semifinal olímpica. A primeira dupla, Ricardo e Emanuel, perdeu e conquistou a medalha de bronze. Os vencedores, Márcio e Fábio Luiz, foram à final e não conseguiram superar os americanos Rogers e Dalhausser, terminando com a prata.
O basquete, representado apenas pelas mulheres, terminou Pequim-2008 com sua pior participação na história. Em cinco jogos, a equipe brasileira conseguiu apenas uma vitória e foi eliminada ainda na primeira fase.
Outros esportes tradicionais também saíram de Pequim sem pódio. O hipismo teve o cavaleiro Rodrigo Pessoa como melhor colocado, em quinto, na prova individual de saltos. O boxe chegou a duas quartas-de-final e por pouco não chegou a uma medalha olímpica. Os representantes brasileiros no tênis e tênis de mesa não foram longe em suas chaves. E, por fim, o handebol do Brasil acabou eliminado ainda na fase de grupos , tanto no masculino como no feminino.
Chineses mandam em casa com americanos na sombra
O último dia dos Jogos Olímpicos de Pequim consagrou as duas maiores potências do esporte. Os chineses chegaram a incrível marca de 50 medalhas de ouro e os Estados Unidos confirmaram sua força fechando os Jogos com vitórias no vôlei e no basquete.
Recorde olímpico da maratona é quebrado por queniano. Veja quem foram os últimos a brilhar em Pequim.
Basquete
O time de estrelas dos Estados Unidos confirmou todo o seu favoritismo neste domingo ao conquistar a medalha de ouro do torneio olímpico de basquete, após uma vitória sobre a Espanha por 118 a 107.
Na disputa pela medalha de bronze, a Argentina levou a melhor sobre a Lituânia e venceu com certa facilidade por 87 a 75.
Vôlei
Os Estados Unidos veceram o Brasil na final do vôlei masculino e conquistaram o ouro enquanto os comandados de Bernardinho tiveram que contentar com bronze.
Na disputa do bronze a Rússia, com certa tranqüilidade, venceu a Itália por 3 sets a 0.
Boxe
Na final da categoria peso-mosca ligeiro (até 48 kg) dos Jogos Olímpicos de Pequim, o chinês Zou Shiming bateu o mongol Serdamba Purevdorj e conquistou o 50º ouro da China. . O irlandês Patrick Barnes e o cubano Yampier Hernandez ficaram com o bronze.
O russo Alexey Tishchenko superou o francês Daouda Sow e garantiu a medalha na categoria leve (até 60kg). Os bronzes, entregues aos pugilistas derrotados nas semifinais, ficaram com Hrachik Javakhyan, da Armênia, e o cubano Yordenis Ugas.
Atletismo
O queniano Samuel Wanjiru venceu a maratona nos Jogos Olímpicos de Pequim. Além de levar a medalha de ouro, o atleta ainda quebrou o recorde olímpico com o tempo de 2h6min32s.
Em segundo lugar chegou Jaouad Gharib, do Marrocos, e a medalha de bronze ficou com o etíope Tsegay Kebede.
Handebol
A França ganhou a medalha de ouro no handebol masculino ao derrotar a Islândia por 28 a 23. Na disputa da medalha de bronze, a Espanha venceu a Croácia.
Ginástica Rítmica
A equipe da Rússia ganhou ouro em ginástica rítmica geral. Na final disputada no Ginásio Nacional, neste domingo, a seleção russa obteve nota 35.550.
A prata, por sua vez, ficou com a equipe chinesa e a Bielorrússia ficou com a medalha de bronze.
Pólo Aquático
A Hungria derrotou os Estados Unidos por 14 a 10 neste domingo, no Centro de Natação Yingdong, e conquistou a medalha de ouro.
O bronze da competição ficou com os sérvios, que venceram a seleção de Montenegro, atual campeão europeu, por 6 a 4.








